A conta básica é 600 BTU/h por m² para até 2 pessoas no ambiente, somando 600 BTU/h por pessoa extra e 800 a 1.000 BTU/h a mais se o cômodo pega sol da tarde ou tem parede grande envidraçada. Exemplos práticos:
- Quarto de casal de 12 m², sombra: 9.000 BTU/h;
- Quarto de 15 m² com sol da tarde: 12.000 BTU/h;
- Sala de 20-25 m² com 4 pessoas: 18.000 BTU/h.
Subdimensionar faz o aparelho trabalhar no talo e nunca gelar; superdimensionar demais gela rápido mas desliga e liga toda hora, gastando mais e desumidificando mal.
Sobre o inverter: o compressor modula a rotação em vez de ligar/desligar, e na prática economiza 30% a 40% de energia em uso diário. Em 2026, um split 9.000 BTU/h inverter classe A custa entre R$ 1.800 e R$ 2.600, cerca de R$ 400-600 acima do convencional equivalente. Usando 8 horas por noite, a diferença volta em 18 a 24 meses na conta de luz — e o inverter ainda é mais silencioso.
Olhe também o novo selo do INMETRO (IDRS): a classificação A atual é mais rigorosa que a antiga. Entre dois modelos A, compare o número do IDRS — quanto maior, menos energia por BTU entregue.